/ -> A Ceia do Senhor*
Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha.”
(1 Coríntios 11.23-26)
Para que entendamos o verdadeiro significado da Ceia, é necessário entender que quando ceamos anunciamos a morte do Senhor, e fazemos ao exemplo do Senhor, na noite em que foi traído, em memória d’Ele. Entender como anunciamos a morte do Senhor, e que memória temos d’Ele quando ceamos.
Como Paulo não participou da ceia, na noite da traição, apenas os doze, entregou o que também havia recebido do Senhor. Essa noite que o Senhor foi traído, ou, a tarde, ou, ao cair da tarde, era o dia da Festa dos pães asmos, a Páscoa, o primeiro dia da festa.
O Senhor não foi traído, antes de ter dado o pedaço de pão molhado a Judas, e sem antes ter dito: “O que pretendes fazer, faze-o depressa.” (João 13.26,27)
Nem mesmo a sua traição aconteceu sem a Sua Autoridade e consentimento com relação ao que estava determinado (Lucas 22.22) Quando o Senhor estava no Getsêmani, também derrubou em terra, todos os que vieram prendê-lo, com o fogo flamejante do poder da palavra, Dizendo: “Sou Eu.” Quando interrogaram quem era Jesus o Nazareno.
Depois também com autoridade disse: “Já vos falei que Sou Eu; se é a mim, pois, que buscais deixai ir estes; para se cumprir a palavra que dissera: “Não perdi nenhum dos que me deste.” (João 18.3-8).
O que o Senhor disse a Moisés quando este, profeta de Deus, questionou ao Senhor, a aflição aumentada do povo, e o motivo de Deus o ter enviado? Disse: “Agora, verás o que ei de fazer a Faraó; pois, por mão poderosa, os deixará ir e, por mão poderosa, os lançará fora de sua terra. E mais, disse: “Eu sou O SENHOR. Apareci a Abraão, a Isaque e a Jacó como Deus Todo- Poderoso; mas pelo meu nome, O SENHOR, não lhes fui conhecido.” (Êxodo 5.15-23 6.1-3)
A mão poderosa do Senhor, fez proezas e maravilhas no Egito, Deus se revelou como Senhor com mão poderosa. Com autoridade sobre o mundo e sobre o Egito, e sobre o seu povo.
No dia que o Senhor autorizou a traição, com o pedaço de pão molhado, tomou o pão, e deu graças e partiu o pão.
Esse é o fato, o Senhor partiu o pão, isto significa, que o Senhor teve autoridade sobre seu corpo.
Neste ato de partir o pão, Ele está nos dizendo: Ninguém tira de mim a vida, ela está sendo dada por vocês. Sou eu que parto o pão, Sou eu que entrego o meu corpo, por vocês.
Ninguém tem autoridade de parti-lo se eu não quiser. Eu estou partindo a minha carne, por vocês. Este é o pão que nós comemos na ceia, não é qualquer pão. De semelhante modo, depois de ter ceado, tomou o cálice dizendo, que o seu sangue da Nova Aliança, é o cálice de vinho da ceia, o suco da uva.
Indicando um novo começo, por meio de seu sangue, e a remissão dos pecados, pelo seu sacrifício, por nós. A nova aliança de Deus em Cristo. Do mesmo modo Ele está nos dizendo: Ninguém tira de mim a vida, ela está sendo dada por vocês.
Sou eu que estou derramando o meu sangue, Sou eu que derramo meu sangue por vocês. Ninguém tem autoridade de derramá-lo se eu não quiser. Eu estou derramando o meu sangue por vocês. Este é o cálice, não é qualquer cálice. De fato, o Senhor deu a sua carne, e derramou o seu sangue por nós, tornando antiquada a primeira aliança.
Partiu o pão, e nos deu o cálice da Nova Aliança no seu sangue precioso. É assim que anunciamos a morte do Senhor, quando ceamos, e assim, e por isso fazemos em memória d"Ele.
Porque sendo Senhor sobre seu sacrifício, se entregou por nós, ao escarnio dos ímpios, a coroa de espinhos, as chicotadas, ao carregar a cruz, as dores, as pisaduras, as mãos dos iníquos, aos pregos, a dolorosa cruz, ao gole de vinagre da ira da rejeição sacrificial dos iníquos do mundo, ao golpe do peso do carregar os nossos pecados no madeiro, a morte de cruz entregando o espírito.
Em memória do Senhor, Até que Ele venha!
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