/ -> O Sacrifício de Cristo e a Imundícia de Toda Injustiça*

 A palavra do Senhor nos ensina, pelo Espírito da Verdade, que o mundo não pode receber, (Jo 14.17) por sabedoria de Deus (Rm 11.33), que no antigo testamento, quando ainda estava em vigor a lei na forma de ordenanças, segundo a ordem sacerdotal de Arão, as mulheres eram consideradas um tanto impuras, quando estavam nos seus dias de fluxo havendo de fazer expiação para que não contaminassem o tabernáculo, que estava no meio deles, (Lv 15.31) impuras mas sem culpa, isso diferencia as ordenanças sacerdotais abolidas, da lei de moisés, com relação a imundícia da culpa do pecado, e suas consequências. (Ef 2.15)

Já segundo a lei de Moisés, a lei da praga da lepra, a culpa dos homens havia de ser expiada por sacrifício de cordeiro. Pois estes homens eram imundos, leprosos, os quais eram envoltos em trapos e colocados em lugar fora para não contaminarem com a imundícia das feridas da praga da lepra, o povo. A praga da lepra pegava nas casas, e havia muitos transtornos entre o povo, por causa da praga, por causa que a injustiça destes homens com a praga era das piores entre o povo. (Lv 13,14).

Consequentemente, por causa do pecado de Eva, que pecou sendo enganada pela serpente, (1 Tm 2.14) e por razão da qual Deus falou a Eva sobre as suas dores de parto, razão do fluxo da mulher a sua menstruação, pela culpa do pecado, uma consequência não de morte, mas de vida, com dores de parto. (Gn 3.16) Cristo aboliu na sua carne, a lei das ordenanças do sacerdócio de Arão, porque o pecado da mulher é mais tratado por Deus, não como uma enfermidade, mas como uma consequência do pecado, é assim que entendemos a diferença entre as culpas. 

Porque a culpa da injustiça, do pecado dos homens, os quais recebem segundo a lei de moisés, a praga da lepra, não é uma culpa do que se passou no Éden, mas uma culpa de grande injustiça e presente. Como do sacrifício e do derramamento de sangue do cordeiro pela lei de moisés.

Há uma grande diferença entre o que Cristo aboliu na sua carne, do que ele faz e escolhe fazer através de seu sangue precioso, a sua vida preciosa.

Portanto, quando o profeta Isaías não ignora o que se passa, ele clama: "todos nós somos como o imundo e todas as nossas justiças são como os trapos da imundícia" ele clama pelas iniquidades do povo de Israel, comparando as justiças do povo, ou até, as justiças dos homens, menos especificadamente, com os trapos da imundícia, e como o imundo, por causa de toda desobediência a Deus e as suas consequências de pecados, transgressões e iniquidades. ( Is 64 / Is 64.6 )



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